Terça-feira, 30 de Novembro de 2010

Reunião dos membros e simpatizantes da COES

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tema:  “Reflexão sobre a situação actual do país: que soluções?”

 

Local:  Academia de Economia Social José Moreira da Silva

            Rua da Alegria, 598 Porto

 

Dia:  Quarta-feira, 1 de Dezembro · 17h00

 

Mobilizem e Compareçam. Muito Obrigado

publicado por Manuel M. Oliveira às 13:32
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Sexta-feira, 26 de Novembro de 2010

Extensão na Linha 801 da STCP em Gondomar

A Linha 801 (que ligava S. Pedro da Cova ao Bolhão – Porto), passa, agora, a ter extensão até ao Hospital de Santo António. Esta extensão de percurso efectua novas paragens na Rua Fernandes Tomás, Praça D. João I, Rua Alberto Aires de Gouveia, Hospital de Santo António e Cordoaria, facilitando o acesso à entrada nas consultas externas e a toda a zona de comércio envolvente.


Desta forma, todos os Gondomarenses que utilizam os transportes públicos passam a dispor de uma ligação directa até ao Hospital de Santo António (usando apenas a Linha 801). Linha que, refira-se, faz ligação a quase todas as restantes linhas que servem o Concelho de Gondomar: 800 – 804 – 806 e, também, 10 – 55 – 68 – 69 – 70 – 94.


A ampliação do percurso resulta, igualmente, na utilização de mais um autocarro de modo a manter a frequência de 10 minutos nas horas de ponta e de 20 minutos nos restantes períodos horários.


A este novo percurso, proporcionado pela STCP, juntam-se igualmente as novas linhas da Empresa de Transportes Gondomarense. Designadas por Linha Amarela (Fânzeres / S. Cosme), Linha Azul (Baguim / Rio Tinto) e Linha Vermelha (Circulação Valbom), visam suprir algumas carências a nível de transportes públicos dentro do Concelho de Gondomar.

 

retirado daqui

publicado por Manuel M. Oliveira às 10:35
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"Pensar em Gondomar"

 

 

Hoje, 26.Novembro.2010, pelas 21h

 

Auditorio da Junta de Freguesia de Baguim do Monte  (Rio Tinto - Gondomar)

 

Debate  - Tema: Modernização Administrativa

 

"A informatização dos serviços municipais e a sua influência no acesso mais facilitado dos cidadãos ao contacto com a administração autárquica."

 

Com a participação de Nuno Oliveira, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos e de João Filipe Ferreira da JS de Gondomar.


Ver  aqui

 

 

 

 

O Simplex Autárquico nasceu para desafiar os municípios a adaptarem e adoptarem, localmente, muitas das medidas dirigidas à Administração Central, integradas no Simplex, bem como para partilhar projectos implementados com sucesso nas autarquias integrantes.

publicado por Manuel M. Oliveira às 10:22
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Terça-feira, 23 de Novembro de 2010

GREVE GERAL : 24 NOVEMBRO 2010

 

 

Contra o desemprego, em especial, dos jovens,

Contra o trabalho precário,

Contra as reformas de miséria,

Contra a corrupção,

Contra a ganância da banca, do lucro fácil,

Contra a distribuição antecipada de dividendos e a falsa responsabilidade social das empresas.

 

A favor do Estado Social: escola e saúde públicas,

e a haver sacrifícios que sejapara todos,

 

e porque é preciso mudar de sentido,

e apesar de saber que  é preciso aumentar a produtividade para sair do buraco onde nos meteram,

e apesar de considerar que o estado a que nós chegamos não é só culpa do Governo actual,

 

não deixo a espuma do interesse cobrir o mar do dever”,

 

eu faço greve.

 

“Milhões de trabalhadores europeus têm saído à rua transbordantes de revolta e angústia, insurgindo-se contra o garrote que cada vez mais os aperta. Os dias de muitos são cada vez mais cinzentos. A injustiça que os cerca é cada vez mais insuportável.

 

Por que parece fraca a sua força ? Talvez por não terem ainda sido capazes de dizer em uníssono: se nos excluem desta sociedade como se ela não fosse nossa, vamos ter que lutar por uma que o seja.” - Rui Namorado (a ler aqui)

 

PEOPLES OF EUROPE: RISE UP!

 

 

NOTA: Sou de opinião que a greve devia ser concertada num dia a nível europeu.

publicado por Manuel M. Oliveira às 14:15
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Querem Privado? Ganhem juízo!

 

 

Há uma discussão por fazer na sociedade. Que espaço deve ocupar a iniciativa privada? Em sectores fundamentais e estratégicos para o funcionamento do estado e da sociedade haverá lugar para a iniciativa privada? A haver, deverá definir a oferta?

A loucura neo-liberal vendeu a ideia que tudo deveria ser entregue à iniciativa privada, que o mercado deveria determinar a vida e a morte da oferta de serviços e produtos… (Ganhar dinheiro é bonito, dá charme, e por isso deverá ser o sonho de todo o mortal.)

Tudo seria muito interessante e mereceria alguns minutos de reflexão, se a qualidade dos serviços fosse o único factor a determinar a vida útil de um serviço. Num mercado cujo motor se assemelha a uma máquina de triturar oferta e procura, extraindo o sumo ( leia-se lucro) a ambos, a oferta sobrevive com uma regra: se der lucro aos gestores do mercado. A imagem é horrorosa mas dá que pensar.

Afirmo aqui a minha profunda crença no estado como força de regulação desta febre de lucro desenfreada. No momento em que alguns sectores da nossa sociedade manifestam desconforto pela ausência de uma resposta ao presidente Cavaco Silva e à sua afirmação de uma necessidade de “mais transparência e abertura ao dialogo “ com o ensino privado, digo: defenda-se o público e se houver tempo e recursos, logo veremos o privado.

Em causa está a decisão do conselho de Ministros de 4 de Novembro, no que respeita ao apoio aos colégios privados com contrato de associação (os alunos frequentam gratuitamente, sendo o ME que assume os encargos financeiros).

Segundo o Público (16.11.2010) “São 93 escolas situadas em regiões onde não havia oferta pública de ensino. A tutela pretende cortar, já este ano lectivo, o apoio de 114 mil euros por turma, para 80 mil, anunciou a ministra da Educação, Isabel Alçada, na quinta-feira, no Parlamento. O privado recebe um corte de 21,9 por cento comparativamente ao ano passado. A Associação de Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo já apelidou as medidas previstas no decreto-lei como um ataque ao ensino privado.”

Ora bem.

Nem há muita razão de queixa. Pelas minhas contas ainda estamos a gastar 80 mil euros por turma. Se cada escola tiver uma turma, são 7,400 Milhões de euros gastos com quem teve o direito de escolher: nem justiça, nem paridade...

Andamos a discutir a sobrevivência da Escola Publica e “alguém” se lembra de dizer que o Ministério da Educação está a falhar com o apoio à escola privada? Será que perdi alguma coisa nestas trocas de argumentos?

Mas,... Escola Privada… Será mesmo necessário? Nos países nórdicos que tantos admiramos, não há escola privada: o estado assume que a educação é um assunto demasiado sério para poder ser deixado à iniciativa privada.

Num tempo de oportunidade, como esta crise que vivemos, vale a pena pensar diferente. Estas acções deram estes resultados: queremos outros resultados? Assumam-se novas acções.

Para quem acha que levo os argumentos a um nível digno dos anos 70, recordo um director de um Colégio privado do Porto que me confidenciava: “Não compreendo estes pais!... Ficam contentes quando eu apresento um balanço financeiro com lucros… Não percebem que o dinheiro que ganharam é a diferença entre o que pagaram e os serviços que dei aos filhos!!!

Mas quem disse que o capitalismo é inteligente? Esperto? Sim. Inteligente? Não.

 

Paulo Fernandes

  

retirado daqui

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 00:10
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"Os donos de Portugal"

Três grandes grupos económicos anunciaram já a antecipação para este ano da distribuição de dividendos (e mesmo de reservas) que só deveriam ser pagos em 2011.

 

A razão é escandalosamente simples: em Janeiro entram em vigor, juntamente com os aumentos de impostos e reduções de salários, pensões e prestações sociais que atirarão para o desemprego e a miséria muitas centenas de milhar de portugueses, também várias alterações às isenções de tributação de que gozam as SGPS.

 

Pagando antecipadamente os dividendos de 2010 antes de findo o ano económico, a PT, a Portucel e o Grupo Jerónimo Martins/Pingo Doce (que ainda recentemente instituiu uma fundação com uma "carta de princípios" cheia de expressões como "solidariedade social" e "responsabilidade social") escaparão pela porta do cavalo aos "sacrifícios para todos" com que enchem a boca Governo e PS.

 

Sobre a fuga aos impostos de 1 100 milhões de euros num momento crítico como o que o país atravessa, o que o Governo, pelo perplexo ministro das Finanças, tem de substantivo a dizer é que é "legal". E se calhar é. Só que quem fez as leis que o permitiram e não fez as leis que o impediriam foi o mesmo Governo (que às vezes mais parece um Conselho de Administração do país por conta dos grandes grupos económicos e da banca) que tanto gosta de mostrar "coragem e determinação" quando se trata de exigir sacrifícios aos mais pobres e às classes médias.

 

Manuel António Pina

 

in “JN” de 2010/11/22

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 00:04
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Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010

PRESIDENCIAIS ' 2011

 

 

 

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 23:32
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Domingo, 21 de Novembro de 2010

A fazer História

publicado por Manuel M. Oliveira às 18:25
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Por um Portugal de esperança

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 11:24
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O CANDIDATO POETA NO PORTO

Estivemos hoje com o nosso candidato presidencial Manuel Alegre na acção de campanha que foi levada a cabo, no Mercado do Bolhão e na Rua de Santa Catarina no Porto.

Os comerciantes e a população presente no Mercado do Bolhão receberam muito calorosamente a comitiva, e não esqueceram que Manuel Alegre esteve a seu lado em defesa do Mercado (ver post ).

No almoço que decorreu no Grande Hotel do Porto, reservado a autarcas e dirigentes nacionais das forças políticas apoiantes da candidatura, e em que estivemos presentes na condição de membro da Comissão Nacional do Partido Socialista, da Corrente de Opinião PS "Esquerda Socialista" (COES) e da Secção Sectorial PS EDP-Porto, Manuel Alegre voltou a garantir que se for eleito vetará qualquer projecto que ameace o Estado social e ponha em causa o Serviço Nacional de Saúde (SNS), a escola pública, a segurança social ou os direitos laborais.

Manuel Alegre disse estar em curso «um projecto estratégico da direita para a destruição do Estado social» e que pretende não colocar as eleições presidenciais na agenda para favorecer o «candidato que se recandidata», Cavaco Silva, «que continua a fazer campanha como Presidente sem falar em campanha».

Alegre disse estar convicto que «no dia 23 de Janeiro, com o apoio de todos, creio que vamos ter a surpresa da segunda volta».

PS.: De registar a presença, neste dia de campanha, de autarcas gondomarenses: Arménio Martins, Luís Filipe Araújo e Joaquim Figueiredo do Partido Socialista, e Rui Nóvoa, Joaquim Espírito Santo e Domingos Novais do Bloco de Esquerda.

Fotos de Carlos Alberto (Matosinhos Alegre) e página da candidatura

publicado por Manuel M. Oliveira às 01:04
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Sexta-feira, 19 de Novembro de 2010

“O Estado social são direitos sociais concretos de pessoas concretas”

Manuel Alegre em Tavira

 

“Precisamos de uma mudança na nossa vida colectiva, uma mudança de paradigma” defendeu Manuel Alegre, pois para além da crise europeia “temos os nossos problemas estruturais”. “É verdade que temos um Orçamento que vai penalizar duramente os portugueses”, comentou, mas “temos de ter outro modelo de desenvolvimento”, “temos de redescobrir o mar, redescobrir a terra, refazer o nosso tecido produtivo, aumentar a competitividade da nossa economia”. “E não se aumenta a competitividade liberalizando os despedimentos”, alertou, mas sim com “inovação tecnológica e com inovação social”. “É preciso que haja novos hábitos, menos consumismo e menos bancos a fazer assédio às pessoas mesmo agora” disse Manuel Alegre concluindo: “mudar de vida, mudar de paradigma e mudar de sentido”.

 

retirado daqui

publicado por Manuel M. Oliveira às 14:23
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Para o ano vamos recorrer não ao FMI mas ao Speedy Gonzalez …

Desde pequenos que vemos o Speedy Gonzalez como um ícone da solidariedade.

 

 


 

Também desde há muito consideramos Manuel Alegre uma referência da liberdade, solidariedade e do socialismo.

 

Para o ano vamos recorrer não ao FMI mas ao Speedy Gonzalez e o nosso Speedy Gonzalez é o Manuel Alegre. Daí o nosso apoio e o nosso voto para colocar na Presidência da República um poeta e um socialista.

 

Força, vamos a isto!

publicado por Manuel M. Oliveira às 10:40
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Quinta-feira, 18 de Novembro de 2010

Para "nuestr@s herman@s"

 



"Não tenho lágrimas"
Ivete Zagalo e Juan Luis Guerra
publicado por Manuel M. Oliveira às 21:34
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MANUEL ALEGRE no distrito do PORTO

 

 

 Caros Amigos, Camaradas e Apoiantes:

 

O  nosso  candidato  presidencial  vai  estar  em  visita  ao Distrito do Porto. Do programa de Manuel Alegre consta, no próximo Sábado, 20.Novembro:

 

10H00 – Visita à Fábrica Social/Fundação José Rodrigues, situada na Rua da Fábrica Social (Junto do Largo da Fontinha – Santo Ildefonso - Porto).

 

11H00 – Concentração de Apoiantes, junto da Porta Principal do Mercado do Bolhão (Rua Formosa).

 

11H30 – Visita ao Mercado do Bolhão e Passeio pela Rua de Santa Catarina (Entre o Cruzamento de Fernandes Tomás e o Cruzamento de Passos Manuel – Café MAJESTIC).

 

13H00 – Almoço com Autarcas e Dirigentes Políticos do Distrito do Porto, no Grande Hotel do Porto.

 

15H00 – Visita ao Porto de Leixões (APDL).

 

23H00 – Visita à Zona dos Clérigo, Ceuta e Filipa Lencastre (Bares), com concentração junto do Café Piolho. Iniciativa virada para a Juventude.

 

 

Contamos com todos. Comparece.

 

 

Com Manuel Alegre

Vamos fazer aquilo que (ainda) não foi feito 

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 16:46
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DEBATE

Debate

 

 

sobre o futuro do

Mercado do Bolhão.

 

Uma organização do MAP/PORTO

 

 

Hoje, 18.Novembro

pelas 17h30

na

Sede da Candidatura:

 

Rua do Bonjardim, 690,692 e 694

(ao Largo Tito Fontes)

4000-114 Porto



publicado por Manuel M. Oliveira às 16:44
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Sábado, 13 de Novembro de 2010

3 textos com lágrimas dentro

Afinal estamos vivos e a solidariedade is in the air.

  

Texto 1

 

Não sei como agradecer as generosas mensagens que me mandaram. Mas lembro-me de algumas coisas que a vida me tem ensinado.

 

 

Sei que tenho uma dívida. Estive uns breves dias preso em Caxias com alguns amigos, por causa de um protesto contra a guerra na passagem do ano de 1972. Desses camaradas, um deles, que já morreu, Francisco Pereira de Moura, só o voltei a encontrar muito mais tarde, quando regressei à faculdade. Tinha sido convicto católico conservador, membro da Câmara Corporativa, mas olhou para o seu país e fez frente à ditadura. Foi por isso o primeiro candidato da oposição, foi preso, voltou a ser preso. Foi demitido de professor universitário. Chegou ao 25 de Abril, foi libertado e foi ministro, e saiu quando achou que o seu tempo tinha chegado, para voltar a dedicar-se à sua paixão, o ensino. Ele sabia da dívida que tinha para com o país, o trabalhador explorado, o pobre, a mulher sem direitos, as pessoas sem dignidade. E sabia que essa dívida se paga sempre, de todas as formas. Eu sei que todos temos essa dívida.

 

Sei que a coragem é infinita. Estive no Chile, no Paraguai e na Argentina quando as ditaduras se tinham instalado. Encontrei padres católicos nas organizações clandestinas, trabalhadores massacrados pela vida e que se riam do desespero, os companheiros de Miguel Henriquez assassinado numa casa de Santiago, as mães da Praça de Maio que iam buscar os seus filhos que já tinha sido torturados e mortos, os índios que me falavam guarani para preservar a sua última identidade. Estive na Colômbia, e os advogados e sindicalistas que dirigiam o partido que apoiei já foram assassinados pelas milícias do narcotráfico. Para todos eles, a luta era a respiração, tudo por todos, tudo pelos outros. Aprendi que a coragem é infinita.

 

Sei que ninguém é feliz sozinho. Que as pessoas são imperfeitas, que buscar o génio é uma quimera, que nos cansamos uns aos outros, que há muita tristeza nas vidas, que o amor pode morrer na praia da vida quotidiana, que nunca reconhecemos quando perdemos a oportunidade de sermos generosos uns com os outros. E, no entanto, move-se, essa vagarosa terra que somos todos. E encontramos um sorriso onde não tínhamos esperança. Só agora, tão tarde, compreendo porque é que os revolucionários de 1789 escreveram "fraternidade" na bandeira tricolor. E sei que é a mais difícil das liberdades.

 

Sei que tudo o que existe não pode ser verdade. Foi o que me ensinou Ernst Bloch, um dos filósofos que mais aprecio e que, quando era meia-noite no século XX, o nazismo triunfava e a guerra crescia no horror infinito, veio escrever que há realidades que não são verdade. Os monstros do passado, as "forças não contemporâneas", que um dia Goya pintou a propósito da repressão pelas tropas francesas na Espanha ocupada, e que depois renasceram em todas as guerras, dos guettos da Faixa de Gaza aos bairros bombardeados no Afeganistão ou ao muceques da cidade mais cara do mundo, Luanda - esses monstros do passado não são verdade. Mas Berlusconi e Sarkozy querem expulsar os imigrantes ou prender os ciganos e Sócrates acha que o silêncio é a diplomacia certa, Cameron despede meio milhão de funcionários públicos, ao Tejo chegam dois submarinos comprados com o favor da corrupção. Sei que os monstros do passado não são verdade.

 

E sei que ninguém tem a última palavra.

 

Francisco Louçã

retirado daqui

 

 

 

 

Texto 2

 

Feliz Sexta-Feira a tod@s...

 

Exportem mais, arrisquem mais, trabalhem melhor, aproveitem melhor o tempo. Saiam mais vezes da caixa. Sejam mais justos e solidários. Façam o que dizem em vez perder tanto tempo a dizer o que fazem. Não esperem tanto tempo. Não façam tantas contas. Não sejam apenas mais um a contar da esquerda ou da direita.

 

Não deixem a espuma do interesse cobrir o mar do dever. Sejam vocês mesmos e não apenas extensões de outrém com voz alheia e sem alma alguma.

 

Sigam princípios e valores em prol de algo maior e não o que os outros querem ou precisam que vocês sigam em nome de um qualquer bezerro de ouro.

 

Ousem agir mesmo que sejam contra a maré, ousem vencer mesmo que isso irrite quem não se deve, sejam felizes e acima de tudo...sejam vocês mesmos!


 

Paulo Ferreira

 

Nota - video "colectado" à Francisca Prieto no Albergue Espanhol e texto suscitado após ler este ponto de vista do Pedro Correia no Delito de Opinião

 

retirado daqui

 

 

Texto 3

 

"Acenar é a minha forma de comunicar, de sentir gente."

 

 

"Eu andava pela rua, a espantar a madrugada, e as pessoas começaram a acenar-me. Respondi, correspondi – e agora é isto a minha vida."

 

João Manuel Serra “Senhor do Adeus”

 

Dezenas acenaram na despedida do "Senhor do Adeus"

 

 “Este é o melhor velório a que vim nos últimos anos. E eu já estou a ficar habituado a velórios. Provavelmente é o melhor a que alguma vez irei”, Rui Zink.

 

 

in jornal “Público”

 

http://senhordoadeus.blogs.sapo.pt/

publicado por Manuel M. Oliveira às 14:48
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O MISTÉRIO DOS BICHANOS QUE RUGEM

 

 

Foram bichanos ronronantes, enquanto lhes pareceu que Sócrates era forte. Quando, no mais recente Congresso Nacional do PS, apresentámos uma moção alternativa no plano político, foram como cordeiros a balir, no seio da corrente dominante, sem estados de alma a toldar-lhes a decidida fidelidade.

As dificuldades por que passam o Governo e o PS parecem ter-lhes aberto o apetite. E já se imaginam vistosos tigres a rugir ferozmente sonoridades audíveis pela comunicação social. Megafones de jornalices banais afixam poses que julgam ser a de “homens de Estado”. Transcendentemente, afixam uma coligação hoje, uma remodelação amanhã, como quem oferece ao espanto dos mortais, ideias dignas de um oráculo.

Estarão possuídos pela miragem que os coloca à mercê dos nossos adversários como instrumentos seus. Talvez involuntariamente transformam-se em janelas de esperança para aqueles que, de fora do PS, se sentem autorizados a dizer quem deve ser o nosso secretário-geral, quem devemos indicar para a liderança dos governos que o voto dos portugueses nos encarregar de constituir.

Com a autoridade de quem pertence ao pequeno quadrado dos que contrapuseram uma moção de orientação própria à de Sócrates, sublinho que é ao PS que cabe decidir quem o lidera ou a quem delega a sua representação política externa. Não é um qualquer brilhante cabeça de abóbora que irá ditar em nossa casa aquilo que gostaria de fazer na dele.

Aos bichanos que acordaram do seu longo remanso de veneração a Sócrates para darem pequenos sinais de que não concordam com ele neste ou naquele detalhe, apenas se lhes pode pedir um pouco de verticalidade. Aos socialistas que há muito não escondem divergências que não são de pormenor nem de circunstância, deve apelar-se para que assinalem com profundidade as suas diferenças estratégicas, para que a diversidade entre socialistas se evidencie no plano das ideias mais amplas e dos vectores de profundidade da evolução social, se for esse o caso, deixando para a voracidade mediática e para a rafeiragem que erra pela vida política as urgências e os dramas das agendas efémeras.

A todos os socialistas é tempo de pedir que valorizem as clivagens que implicam caminhos diferenciados dentro do espaço socialista e esqueçam os reflexos de bando, as fidelidades a pessoas, os cálculos de carreiras. É tempo de assumir, rumo a um próximo congresso, alternativas políticas claras e de proscrever uivos mediáticos de circunstância com sabor a punhaladas nas costas seja de quem for.

 

RUI NAMORADO

 

retirado do blog “O Grande Zoo

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 13:19
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Sexta-feira, 12 de Novembro de 2010

Fórum Comunitário da Rede Social – Gondomar

 

Ver PROGRAMA aqui.

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 23:54
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Metro "aprovado" no primeiro teste de Contumil a Fânzeres

Passavam exactamente cinco minutos das dez horas quando a composição estacionada em Contumil arrancou devagarinho rumo a Fânzeres. O primeiro teste do metro na linha de Gondomar foi seguido, filmado e aprovado por engenheiros e muitos mirones. 

 

Depois de 20 meses de obra , duas carruagens começaram, ontem de manhã, a "rasgar o canal" da linha laranja (baptizada também com a letra F).

 

Com umas "orelhas" de esferovite (medida gabarit) para testar as distâncias ao passeio e ao metro que segue em sentido contrário, as composições cumpriram o esperado.

 

 

Em alguns pontos, as "orelhas" tocaram ligeiramente, mas o primeiro ensaio dos muitos que vão decorrer até meados de Dezembro foi aprovado.

 

Nos próximos dias haverá testes com os tram-train (mais altos e mais compridos), ensaios de sinalização, de agulhas, de semaforização, de comunicações e, no final, testes para habilitação dos agentes de condução.

 

As viagens experimentais deverão começar na segunda quinzena de Dezembro e o início da operação comercial, ainda sem dia definido, acontecerá entre o final do ano e o início de 2011. 

 

Até lá, ultimam-se pormenores na linha que se estende por sete quilómetros, dos quais 950 metros em túnel (entre as estações da Levada e Nau Vitória). A inserção urbana está praticamente concluída, falta acabar passeios, colocar sinalética, painéis informativos e máquinas para venda dos títulos de viagem nas dez novas estações.

 

Ainda há alguns acertos a fazer, nomeadamente, corrigir os acessos a algumas garagens e proteger o canal, em alguns pontos, de peões e carros por questões de segurança, referiu, ao JN, fonte da Metro do Porto, adiantando que 98% da linha está pronta.

 

As composições circulam sobre um tapete de relva, projectado pelo arquitecto Bernardo Távora. Ontem, a maioria do canal já estava verde, apenas com os carris à mostra. No total, a Metro criou 123 mil metros quadrados de zonas verdes e está a plantar 2241 árvores e 3693 arbustros e trepadeiras.

 

A primeira "viagem" na Linha de Gondomar foi registada por muitas testemunhas. António Mourinho, morador no bairro de Contumil, não quis perder o momento. "Quase todos os dias de manhã venho aqui ver a obra. Ontem [anteontem] vi as carruagens ali paradas e percebi logo que iam começar a andar hoje [ontem]", referiu o reformado.

 

Marco Martins, presidente da Junta de Freguesia de Rio Tinto, deslocou-se a Contumil, manhã cedo, para fotografar a primeira incursão do metro por terras de Gondomar. O autarca acompanhou os testes durante toda a manhã.

 

Às 11.20 horas, as composições atravessavam, pela primeira vez, Rio Tinto, com a Polícia a ser obrigada a interromper o trânsito na rotunda das piscinas municipais, uma vez que ainda não há semáforos. "Olhoooó metro", gritava um jovem, enquanto a composição seguia, lentamente, em direcção a Fânzeres.

 

António Cruz e João Casal, aposentados, aguardavam há mais de uma hora pelos veículos. A espera deu para recordarem os mergulhos que deram, em miúdos, no local onde hoje estão os carris. Ali passava o Rio Tinto, "limpinho e com peixes". Hoje está sujo, mas entubado e longe da vista.

 

 

in JN 2011/11/10

publicado por Manuel M. Oliveira às 21:19
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Quem se lixa é o mexilhão!..

MP pede condenação de funcionária de Valentim

 

O Ministério Público pediu ontem a condenação de uma funcionária da Câmara de Gondomar, acusada de falsificar um documento para beneficiar um empreiteiro do Marco de Canavezes, amigo de Valentim Loureiro. Já quanto a Gaspar Ferreira, o procurador entendeu não haver provas suficientes para punir. A sentença será conhecida dia 30.

 

Em causa neste processo, nascido na sequência do Apito Dourado, está uma adulteração de documentos relativos à data do pagamento de 53 mil euros por taxa de licença de construção.

 

Tudo tem a ver com a publicação, a 18 de Julho de 2003, de um decreto-lei que determinou a hipótese de as autarquias locais adquirirem por ajuste directo - sem concurso nem fiscalização do Tribunal de Contas - apartamentos de habitação social se os respectivos projectos tivessem sido aprovados até àquela data.

 

No caso concreto, em termos formais, o projecto entrou a 18 de Julho de 2003, foi aprovado por Valentim no mesmo dia e teve imediata emissão de licença.

 

Rosa Maria Marques, funcionária arguida, reconheceu a falsificação do documento mas frisou que o seu acto foi obediência a "ordens superiores", transmitidas pela secretária do major.

 

in JN – 2010/11/10

publicado por Manuel M. Oliveira às 21:11
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19ª Prémio Nacional Poesia Vila de Fãnzeres

publicado por Manuel M. Oliveira às 19:11
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FESTA DA POESIA - VILA DE FÂNZERES

 

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 19:08
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Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010

Impressão digital

Os meus olhos são uns olhos.

E é com esses olhos uns

que eu vejo no mundo escolhos

onde outros, com outros olhos,

não vêem escolhos nenhuns.

 

Quem diz escolhos diz flores.

De tudo o mesmo se diz.

Onde uns vêem luto e dores,

uns outros descobrem cores

do mais formoso matiz.

 

Nas ruas ou nas estradas

onde passa tanta gente,

uns vêem pedras pisadas,

mas outros gnomos e fadas

num halo resplandescente.

 

Inútil seguir vizinhos,

que ser depois ou ser antes.

Cada um é seus caminhos.

Onde Sancho vê moinhos

D. Quixote vê gigantes.

 

Vê moinhos? São moinhos.

Vê gigantes? São gigantes.

 

(António Gedeão, Impressão digital, em Poesias Completas)

publicado por Manuel M. Oliveira às 14:36
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