Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

RESULTADOS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2009

 

AGRADECIMENTO

 

Aos militantes e simpatizantes que exerceram a honrosa missão de membros das mesas das assembleias de voto em representação do Partido Socialista, de cujo esforço dependeu o perfeito decurso da votação e o rápido apuramento dos resultados da eleição, agradecemos a sua participação, pois também tiveram a sua quota parte em mais uma vitória do Partido Socialista.

 

Aos fanzerenses que, mais uma vez, confiam no Partido Socialista, o nosso obrigado. Podem contar connosco.

 

Parabéns, José Sócrates!

Parabéns, PARTIDO SOCIALISTA!

Parabéns, Vila de Fânzeres!

publicado por Manuel M. Oliveira às 00:56
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Sábado, 26 de Setembro de 2009

VOTE PARTIDO SOCIALISTA


SIMplex

publicado por Manuel M. Oliveira às 21:59
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ARRUADA EM GONDOMAR

publicado por Manuel M. Oliveira às 21:48
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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009

SÓCRATES EM GONDOMAR: BANHO DE MULTIDÃO

JOSÉ SÓCRATES, secretário-geral do Partido Socialista, candidato a Primeiro-Ministro nas Legislativas de 2009 teve domingo uma apoteótica recepção no município de Gondomar. Milhares de Gondomarenses, militantes e simpatizantes socialistas quiseram demonstrar o apoio inequívoco ao Partido Socialista, a José Sócrates, porque desejam ver PORTUGAL  AVANÇAR, mas também mostraram que confiam e apoiam ISABEL SANTOS para Presidente da Câmara Municipal de Gondomar porque GONDOMAR É CAPAZ!

 

Depois de na apresentação da candidatura contar com a presença de Jaime Gama, esta visita a Gondomar do Secretário-Geral do Partido Socialista é uma afirmação clara e inequívoca de que Sócrates e o Partido Socialista estão ao lado de Isabel Santos na conquista da Câmara Municipal de Gondomar.

 

Na curta intervenção que realizou, Isabel Santos fez questão de lembrar que a chegada da Rede de Metro ao concelho, as obras realizadas no âmbito do Programa Polis e a construção de Unidades de Saúde se devem à intervenção do Governo socialista.

 

José Sócrates, com uma rosa na mão, fez um discurso breve apelando à concentração de votos no PS em nome das políticas sociais, numa referência implícita ao eleitorado tradicional de esquerda.

 

José Sócrates falava no final de uma recepção calorosa (por vezes mesmo fanática), em que também se gritou o nome de "Isabel! Isabel! Isabel!", numa referência à candidata socialista à Câmara, Isabel Santos, a quem  José Sócrates prometeu apoiar “para que ela seja a futura presidente da Câmara Municipal de Gondomar”.

 

Transcrevemos algumas notícias publicadas nos jornais:

 

“… em Gondomar, Sócrates foi recebido por um verdadeiro mar de gente, quase em histeria, que fazia tudo para o tocar.

 Jornal de Notícias, 2009/09/21

 

Ontem foi o dia em que o PS conseguiu maior mobilização. Primeiro em Gondomar, depois no comício do Porto, onde uma hora antes do início já estava uma multidão.”

Jornal de Notícias, 2009/09/21

publicado por Manuel M. Oliveira às 10:10
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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

PARTIDO SOCIALISTA – UMA FORÇA TRANQUILA PARA GANHAR AS ELEIÇÕES

“Entramos na semana decisiva para as eleições legislativas e não posso deixar de chamar, uma vez mais, a atenção para a importância de que se revestem para o futuro de Portugal, dos portugueses e dos imigrantes que aqui residem e trabalham.


A alternativa é entre José Sócrates e o PS e Manuela Ferreira Leite e o PSD, entre a Esquerda democrática e reformadora e a Direita conservadora e neoliberal.

 

A campanha tem sido esclarecedora, tem modificado a opinião de muitos eleitores, e o PS deve prosseguir no rumo que tem traçado: explicar as políticas que tem procurado concretizar, assumindo que foram cometidos erros na preocupação de assegurar o interesse geral, ou numa linguagem mais familiar a muitos cidadãos na preocupação de assegurar o bem comum e, sobretudo, explicar a estratégia para fazer avançar Portugal de 2009 a 2013.


Devemos continuar a traçar o nosso próprio caminho, como José Sócrates está a fazer, e não andar à roda como baratas tontas em função dos faits-divers. É lamentável que Manuel Ferreira Leite, em vez de fazer a explicitação das suas políticas, viva em função das notícias sobre a compra de votos no PSD, sobre a inventona das escutas do Governo a Belém e episódios semelhantes, misturando tudo isso com a farsa do discurso do medo, mas para ela no próximo fim de semana chegará a hora da verdade.


O que é importante é continuar a mostrar ao País que José Sócrates e os socialistas são uma força plural, mas que nesta batalha decisiva para a derrota da Direita, que aspira a reunir uma maioria parlamentar um Governo e um Presidente, estão todos unidos no essencial neste combate. A presença de António José Seguro, como cabeça de lista por Braga, a participação de Manuel Alegre no comício de Coimbra ao lado de José Sócrates, mostra claramente quanto prezamos o pluralismo e que ele é uma força, não um sinal de fraqueza. Não é a vitória do PS, que é um partido plural, que pode constituir um perigo para todos os que de nós divergem, mas seria uma eventual vitória de Manuela Ferreira Leite, que afastou das listas dirigentes do PSD que dela discordam, que constituiria um perigo para o democracia, tanto mais que assume como um modelo a asfixia democrática existente na Madeira.


Aproveitemos esta semana para continuar a semear o futuro de esperança e confiança nas nossas capacidades colectivas, para falarmos das políticas que pretendemos concretizar para reforçar a economia portuguesa e combater o desemprego, como vamos continuar a trabalhar para assegurar a sustentabilidade e eficácia do Estado Social, mais e melhor educação, saúde e segurança social.


José Sócrates não tem de se preocupar com intrigas a propósito das relações entre o Governo e Belém, deve continuar a pautar a sua actuação por uma impecável cooperação institucional. Há muita gente que apoia o PS e que não é candidata a nada para se ocupar disso com bom senso e inteligência como se vê, por exemplo, aqui ou aqui.


Se prosseguirmos com serenidade o nosso rumo, se não nos deixarmos enredar nos faits-divers, estou certo que continuaremos a engrossar como força tranquila, a subir nas sondagens e mereceremos uma nova vitória nas eleições legislativas.


As escolhas política essenciais colocadas aos portugueses, são, pois, muito claras, como refere o programa eleitoral do Partido Socialista, entre um programa de iniciativas para vencer a crise quanto possível ou cruzar os braços e ficar sempre à espera que a crise passe; entre prosseguir a modernização do País para preparar o futuro, ou ao invés, parar tudo e andar para trás; entre reforçar as políticas sociais, e o Estado social ou fazê-lo recuar para a condição de Estado mínimo.


Como afirmou ontem Manuel Alegre em Coimbra, como podem ver aqui, ao lado de José Sócrates e Ana Jorge: Um regresso deste PSD seria uma regressão na economia, nas políticas públicas, nos direitos sociais e na qualidade da democracia. A lógica do Estado mínimo, a retirada do Estado das políticas públicas sociais traz consigo uma lógica de asfixia social. E com asfixia social, sim, é que há asfixia democrática. Manuel Alegre acrescentou: Portugal precisa de um Governo da esquerda possível, do PS. Portugal não precisa do regresso da direita, precisa de um Governo de esquerda, da esquerda possível e esse Governo é o Governo do PS. Manuel Alegre frisou: Meu caro José Sócrates, Portugal precisa de um Governo que seja capaz de se renovar, de se repensar, de ser ele próprio um factor de mudança e de procurar novas soluções para esta crise estrutural. Sobretudo, é preciso nunca esquecer que o poder não é um fim em si mesmo, mas um meio para servir as pessoas.


Que ninguém se iluda no Centro-esquerda e na Esquerda, só o PS pode impedir a vitória da Direita. O eventual crescimento do BE ou do PCP à custa do PS teria um sabor muito amargo e consequências dramáticas se tivesse como consequência a vitória da Direita e de Manuela Ferreira Leite.


A realização do essencial dos projectos da Esquerda passa nestas eleições pela vitória do PS e de José Sócrates. O PS se prosseguir, com serenidade e determinação, a campanha que tem feito, como estou certo que fará, merece a confiança dos cidadãos e a vitória nas eleições legislativas.”

 

José Leitão

in blog Inclusão e Cidadania

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 15:14
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ASFIXIA MENTAL

“Acho de uma falta de conhecimento enorme, e uma desonestidade intelectual e histórica, os Media apresentarem Manuel Alegre como comparável a Marcelo, e Mário Soares a Rangel, como se duas figuras proeminentes da nossa Democracia, República e Liberdade fossem comparáveis, a um pseudo-analista comentador Político e a um Caciqueiro que lembra outros tempos.”

 

Jerónimo Silva

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 14:58
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COLIGAÇÕES

O PSD está aflito com a política de coligações do PS.

Eu informo:

o PS já se coligou com o Partido Socialista, por extenso, e queremos maioria absoluta.

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 14:17
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«Sócrates é fixe!»

 

«Sócrates é fixe!», esta foi a frase que mais se ouviu no maior comício de sempre do PS. Milhares de apoiantes e militantes foram até à Praça D. João I para apoiar o candidato a Primeiro-Ministro, José Sócrates, mas também o fundador do PS, Mário Soares.

 

Depois de aparecer de surpresa no almoço de Matosinhos, Soares discursou no comício do Porto e gritou «Sócrates é fixe!».

 

Num dia praticamente dedicado ao contacto com a população (Arouca, Gondomar e depois Vila Nova de Gaia), o comício no Porto foi o ponto alto.

 

A Praça D. João I tornou-se pequena demais para todos aqueles que queriam apoiar o PS.

 

Num discurso forte centrado na necessidade de combater uma crise mundial que afectou Portugal, o «histórico» socialista Mário Soares dirigiu-se a Manuela Ferreira Leite e disse que «quando uma economista confunde a crise de 2003 com a crise actual, que é mundial, ou é fanática ou é irresponsável».

 

Como não podia deixar de ser, Mário Soares criticou ainda o PSD pelas acusações de «asfixia democrática» que tantas vezes têm sido referidas. «Querem dar-nos lições de democracia. Em nome do passado do PS, eu devo dizer, caros amigos, que a nós, socialistas portugueses, ninguém nos dá lição de democracia e de liberdade», afirmou.

 

No final do discurso e depois de ouvir dos portuenses «Soares é fixe!», o fundador do PS, fez questão de dizer o mesmo do secretário-geral do PS gritando «Sócrates é fixe!».

 

Depois de Soares, o Secretário-geral do PS tomou da palavra e dedicou quase todo o seu discurso a tentar provar que o voto no PS em 2005 «valeu a pena».

 

«Quero dizer a todos os portugueses que nos deram em 2005 o seu voto que o seu voto valeu a pena. Foi com o seu voto e com a governação do PS que pusemos as contas públicas em ordem. Fizemo-lo em nome de um Estado mais forte, mais credível, permitindo que o Estado esteja agora em melhores condições para ajudar as empresas e as famílias a vencer a crise internacional».

 

Rita Afonso

publicado por Manuel M. Oliveira às 14:10
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NÃO PATROCINEM ESTE FILME!

O regresso das Múmias

 

Uma, ainda vamos aguentando… Agora, DUAS?!  

NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!

Não quero emigrar. Não quero ser exilado no meu próprio país!

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 14:08
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Pergunte-lhe...

“Manuela Ferreira Leite não deu a Portugal uma única ideia em nenhum sector da governação. Cada vez que abria a boca era para se espalhar, dizer mal, revelar ignorância, inabilidade pública e tudo o mais condições que fazem da senhora alguém que há muito deveria estar em casa a tratar do netinho e a fazer bacalhau espiritual. Ter ambições à governação com a qualidade dos préstimos que tem revelado é um verdadeiro crime público a que os portugueses devem dizer: Não.”

in http://macroscopio.blogspot.com

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 14:05
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Domingo, 20 de Setembro de 2009

SÓCRATES NO PORTO: HOJE, 18 Horas

publicado por Manuel M. Oliveira às 08:49
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SÓCRATES EM GONDOMAR: HOJE, 14 Horas

publicado por Manuel M. Oliveira às 08:49
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O QUE ESTÁ EM CAUSA

O que está em causa é avisar a malta.

Entre considerar, ou não, a família com o único fim de procriação;
entre considerar o direito ao divórcio, ou não;
entre considerar o direito à Interrupção Voluntária da Gravidez, ou não;
entre considerar o Serviço Nacional de Saúde, ou não;
entre Manuela Ferreira Leite ou José Sócrates;

tal como Manuel Alegre, não tenho dúvidas e sem qualquer hesitação escolho José Sócrates e para o fazer votarei no Partido Socialista.

Isto não são fretes.
São escolhas, as mesmas escolhas que já anteriormente nos fizeram escolher entre ser cidadãos de pleno direito, solidários e democratas ou cidadãos emparedados por ditaduras, burocratas e de regime totalitário.

 

LUÍS NOVAES TITO

A Barbearia do Sr. Luís

Cão como tu

 

 

PS.: Subscrevo PLENAMENTE. Ninguém pára o ... PS, por extenso!

publicado por Manuel M. Oliveira às 08:44
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Sábado, 19 de Setembro de 2009

Alegre foi a Coimbra afirmar «a unidade do PS no essencial, derrotar o PSD»

Foi o maior comício da campanha, até hoje. Lado a lado, José Sócrates e Manuel Alegre entraram no Pavilhão da Académica de Coimbra onde afirmaram a unidade do partido, depois de vários anos de divergências.

 

Antes de começar a criticar a direita, Manuel Alegre explicou os motivos da sua presença no comício do PS mas fez questão de indicar que não aceitou ser candidato a deputado por este partido.

 

«Tive a honra de ser cabeça-de-lista do PS por Coimbra, desta vez não sou por vontade própria, mas estou aqui para afirmar a unidade do PS no essencial. E o essencial é derrotar o PSD, impedir que venha um Governo de direita que rasgue as políticas sociais e instaure um Estado mínimo para os pobres e um Estado máximo para os poderosos», afirmou.

 

Num discurso crítico, Manuel Alegre relembrou as principais diferenças entre o PS e o PSD e o Serviço Nacional de Saúde é uma dessas diferenças. Investimento público e políticas sociais são outras das diferenças que Alegre apontou. «A lei da paridade é a diferença entre o PS e o PSD, a lei do divórcio é a diferença entre o PS e o PSD, a interrupção voluntária da gravidez é a diferença entre o PS e o PSD», acrescentou.

 

Para Alegre, votar no PSD seria regredir na qualidade da democracia porque «a lógica do estado mínimo, a retirada do estado das políticas públicas sociais traz consigo uma lógica de asfixia social e com asfixia social sim há asfixia democrática».

 

«Portugal não precisa do regresso da direita, precisa de um Governo de esquerda, da esquerda possível. E esse Governo é o Governo do PS", acrescentou Alegre.

 

Com ar descontraído, deixando o casaco formal de lado, José Sócrates agradeceu a presença de Manuel Alegre no comício de Coimbra «porque dá aqui um sinal claro da unidade do PS nesta batalha política pela vitória no próximo dia 27», afirmou.

 

Num encontro onde voltaram as críticas à direita, José Sócrates mostrou que o PS se encontra nesta campanha em «profunda unidade». «Neste partido nunca ninguém ficou fora dos combates nem foi excluído por razões de divergência política», acrescentou.

 

Rita Afonso

publicado por Manuel M. Oliveira às 22:28
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CANOAGEM: Beatriz Gomes é campeã do Mundo

Está a decorrer (de 18 a 20/09/2009) o Campeonato Mundial de Maratona em Canogem no rio Douro, em Crestuma.

 

A canoista olímpica Beatriz Gomes sagrou-se hoje, sábado,19/09/2009, campeã do Mundo de maratonas, em prova de 25.8 quilómetros disputada no Rio Douro, em Crestuma, Vila Nova de Gaia.

 

Depois da medalha de bronze no K4 200 com Teresa Portela, Joana Sousa e Helena Rodrigues nos mundiais de pista (disciplina olímpica) do Canadá, a atleta lusa conquistou agora um inédito título mundial nas maratonas, depois da prata em 2004 e bronze em 2006.

 

A professora universitária em Coimbra, de 28 anos, fez a prova em 1:58.41 horas, batendo ao sprint a hungara Renata Csay por um segundo e a inglesa Lani Belchser por 11 segundos.

 

Esta é a segunda medalha de Portugal nos mundiais de maratonas, depois de Fernando Pimenta ter alçancado sexta-feira a prata em sub-23.

 

Com este êxito, as selecções de Portugal já somam 12 medalhas em 2009 entre europeus e mundiais.

 

Por Sapo Desporto-19/09/2009

 

PS.: Parabéns! Onde pára a  comunicação social. Desporto não é só  futebol. Renovo os Parabéns!

 

Ver Campeonato Mundial de Canogem aqui.

 

http://www.fpcanoagem.pt/

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 16:29
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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

C O N V I T E

 

PS.: A Caminhada inicialmente prevista para realizar em Fânzeres foi adiada por motivos da campanha.


publicado por Manuel M. Oliveira às 22:57
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Quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

3 PORTUGUESES, 3 ATITUDES

Hoje, em Espanha, três destaques, três: la candidata Manuela Ferreira Leite, Cristiano Ronaldo e Durão Barroso. Dos três, Manuela desiste! Cristiano marcou! Barroso luta!

 

Manuela Ferreira Leite  “acusó a "los españoles" de intromisión en la política portuguesa, y proclamó que Portugal "no es una provincia de España". El motivo es la construcción de la red ferroviaria de Alta Velocidad acordada por los dos Gobiernos y que conectará Madrid con Lisboa en 2 horas y 45 minutos a precios competitivos con el avión.”;

 

"Cristiano Ronaldo, que en media hora descorchó al Zúrich con versos de su repertório";

 

"El infatigable José Manuel Durão Barroso redobló ayer sus gestos y promesas especialmente en materias sociales en un último esfuerzo para convencer a los eurodiputados socialistas y verdes para que le voten hoy para un segundo mandato de cinco años al frente de la Comisión Europea."

 

Eduardo Graça

in SIMPLEX

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 12:20
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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

CÃO COMO TU

Dá-mos as boas vindas ao novo blog “CÃO COMO TU” e sempre que pudermos lá estaremos também a morder-lhes as canelas. Publicamos aqui o 1º post:

 

Sacode as pulgas da consciência, rebenta as trelas do conformismo, foge dos donos que te querem açaimar.

 

Solta-te. Descobre o cão que há em ti!

 

 

a origem das matilhas

Este blogue é de um grupo de cidadãos inconformados e insubmissos ao politicamente correcto. Cães, como tu, que ladram, uivam e mordem quando nos querem impingir verdades alheias. Cães danados, sem donos, nem trelas, idealistas e desassossegados que apenas desejam um país mais justo, equilibrado e solidário para as pessoas, e para os cães.

Nestes tempos de campanhas inundadas pela sobrevalorização da imagem, a política despeja promessas, os eleitores fingem que ouvem e acreditam, os cães ladram e as caravanas passam.

Vamos morder nas canelas dos donos da verdade.”

publicado por Manuel M. Oliveira às 17:02
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COM A VERDADE ME ASFIXIAM

 

in Expresso - 2009/09/12

 

Espero que a liberdade de expressão, conquistada no 25 de Abril, não esteja em perigo" - deixou escapar Cavaco Silva, como quem não quer a coisa, como quem não mete as mãos na campanha eleitoral em curso, ao lado do PSD.

 

"Um dos mais graves atentados à liberdade de expressão desde o 25 de Abril" - anunciara na véspera, em tom de enterro, José Pedro Aguiar Branco, em nome do PSD. "Um acto de censura", sentenciou Pacheco Pereira. "Uma asfixia democrática", suspirou Manuela Ferreira Leite.

 

Nove dias de enxurrada, de lágrimas e lamentos de cristãos-novos da liberdade de imprensa - ou da liberdade, simplesmente. Mas, sintomaticamente, não se ouviu nenhuma carpideira atrever-se a tocar no essencial: o 'Jornal de Sexta', da TVI, era jornalismo isento, igual para todos, rigoroso e fundamentado? Não, tal ninguém se atreveu a dizer. Eis uma curiosa ameaça à liberdade: morre uma liberdade que ninguém se atreve a elogiar. Então, porque choram - só porque, como escreveu Pacheco Pereira, o 'Jornal de Sexta' "dava notícias incómodas para o Governo" e agora já não as dá? E porque dava muito jeito ter o jornal activo durante a campanha eleitoral?

 

Já se sabe que a suspensão do jornal foi ilegal e abusiva. Mas há uma questão anterior a essa e que, pelos vistos, não tem importância, e que é a de saber se a própria existência do jornal era admissível, sob o ponto de vista editorial e jornalístico. E se à quinta-feira também houvesse um jornal televisivo dirigido ad hominem contra a dra. Ferreira Leite? E à quarta-feira um contra o dr. Paulo Portas? E à terça-feira outro contra o dr. Francisco Louçã? Ou, pior ainda, se apenas existisse um jornal contra algum deles e todos os outros passassem incólumes? O que diriam Pacheco Pereira, Aguiar Branco, Cavaco Silva?

 

Recorde-se: o 'caso Freeport' nasceu três semanas antes das últimas eleições legislativas, através de uma carta anónima cozinhada entre gente ligada ao então primeiro-ministro do PSD e um agente da PJ (condenado por tal em juízo). O objectivo era só um: evitar a vitória iminente de Sócrates e do PS. Depois de quase quatro anos a dormir, o processo reanima-se à vista de eleições, sem que o Ministério Público tenha conseguido matar ou confirmar em tempo útil as suspeitas semanalmente alimentadas pelo "Sol" e pelo 'Jornal de Sexta' contra José Sócrates. O próprio procurador-geral da República (que país extraordinário!) diz não entender como é que o assunto ainda não foi esclarecido pelo MP. Mas a verdade é que não foi, pois parece que a grande questão é a de esclarecer se os magistrados do caso foram ou não pressionados durante um almoço por um colega, para concluírem o assunto rapidamente (o que, como se sabe, é a maior afronta que se pode fazer à Justiça). E eis então que, subitamente, de novo a três semanas das urnas, aparece nova carta anónima enviada ao processo, com "novos dados" - os quais logo aparecem no 'Jornal de Sexta' da TVI. Ó José Pacheco Pereira, você que adora teorias conspiratórias, não acha isto uma coincidência do caraças?

 

2

 

Dizem as boas almas que, independentemente do 'tom' e do 'estilo' do 'Jornal de Sexta', independentemente da verdade ou falsidade dos 'factos' contra Sócrates, foi ele que criou o caso, ao atrever-se a atacar o 'Jornal' de Manuela Moura Guedes (o Vasco Pulido Valente também já tinha explicado isto lá, no próprio jornal). Parece, pois que um tipo, pelo facto de ser primeiro-ministro, não pode sequer irritar-se com o banal incómodo de todas as semanas ser tratado como corrupto por uma televisão, com base num processo que supostamente está em segredo de justiça e onde ele, tanto quanto se sabe, nem suspeito é. Toda a gente poderá, pois, defender-se e contra-atacar se for publicamente tratada como corrupta. Mas não o primeiro-ministro (que, por dever de função, tem de ser o mais insuspeito de todos). A dra. Ferreira Leite que pense bem antes de aspirar ao lugar! Depois não se queixe, se provar do mesmo veneno...

 

3

 

Diz a doutora que Portugal vive em "asfixia democrática" - aliás, faz disso o tema central da sua candidatura ao governo. Ela vem para nos libertar da asfixia e eu quero crer que sim, embora me lembre bem dos tempos dos governos do doutor Cavaco, onde ela ganhou a alternativa política, e dos empresários que se queixavam de serem perseguidos por não alinharem com o regime ou por estarem ligados ao "O Independente" - onde o dr. Paulo Portas se queixava do mesmo mal, por outras palavras e com mais veemência. É o que dá ir para velho: não nos esquecemos das coisas mais antigas...

 

É claro que eu sei do que a senhora fala. A diferença é não acordar para a "asfixia" só porque um qualquer empresário do PSD se sente intimado ao silêncio pelo Governo PS. Eu sei muito bem quem são os empresários do PS (e que amanhã serão do PSD) e quais são os negócios do regime que hoje são controlados por um governo PS e amanhã se-lo-ão por um governo PSD. A diferença é que ela sente a "asfixia" de ver os empresários com o PS porque o PS é Governo e não acreditam que o PSD o venha a ser, e eu sei que o mal é haver tantos empresários que não vivem sem o Estado, sem os concursos e as empreitadas públicas, sem a isenção fiscal ou a palavrinha do ministro - e que tão corajosamente aceitam ser silenciados. Onde quer que haja dinheiros públicos a ganhar, há empresários dispostos à "asfixia": e isto vale tanto para governos do PS ou do PSD como vale para autarquias do PCP ou do PP. Esse é um dos maiores problemas do regime e que não acredito, sinceramente, que Ferreira Leite tenha alguma veleidade de resolver, se algum dia governar. Eu sou contra o TGV porque é inútil, porque há prioridades bem mais importantes do que este grande negócio público-privado; ela, depois de melhor pensar no assunto, já só é contra porque "não há dinheiro". Mas é só chegar ao governo e vão ver como o dinheiro aparece.

 

Contra esse tipo de "asfixia" tenho escrito aqui vezes sem conta, ao longo dos últimos anos. Sei bem do que a casa gasta. Mas não confundo as coisas: não confundo os empresários 'asfixiados' ou o 'Jornal de Sexta' 'silenciado' com a "asfixia democrática".

 

Disso, só conheço um exemplo concreto: é a Região Autónoma da Madeira, onde ambas, a liberdade empresarial e a liberdade de imprensa, são uma anedota - e por onde a dra. Ferreira Leite, tal como o doutor Cavaco Silva, se passeiam como se nada fosse, nada ouvissem e nada soubessem. Esclareceu-nos ela que ali não existe qualquer asfixia democrática, porque o governo eterno do dr. Jardim foi sufragado pelo povo. Parece que aqui, não: aqui foi o eng.º Sócrates que tomou o poder por golpe de Estado.

 

Mas, ao menos, nesta confusão mental em que Manuela Ferreira Leite navega, duas coisas ficaram, enfim, claras: que na Madeira se respira a plenos pulmões a liberdade tal como ela a imagina, e que aquele sistema de governo é um bom exemplo do que ela deseja para o país. Só não esclareceu quem pagaria a conta, mas também não é importante. Ela "perguntou ao país" e o país, claro, respondeu que isso não interessa nada. A 'verdade' é quanto basta.

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 16:30
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O SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE: UM IMPERATIVO PATRIÓTICO

O livro de António Arnaut não precisa de apresentação. Nasceu no artigo 64º da Constituição, está escrito na Lei que instituiu o Serviço Nacional de Saúde (SNS), está escrito na vida e sobretudo está escrito e inscrito no coração do povo português. O que o livro nos conta é a história da medida socialmente mais avançada da Democracia Portuguesa. Da tenacidade que foi necessária para vencer receios, resistências e armadilhas que tentaram impedir a sua concretização. E da luta que tem sido preciso travar para defender e preservar o SNS dos inimigos que nunca desistiram de o subverter, privatizar ou reduzir à expressão mais simples: sistema público para os pobres, sistema privado para os ricos.

 

Segundo Jorge Luís Borges, há um instante que define e marca o destino de cada homem. E por vezes esse instante também define e marca o nosso destino colectivo. Assim aconteceu com o instante em que António Arnaut decidiu apresentar na Assembleia da República o projecto de Lei de Bases do SNS. Esse instante marcou o destino de António Arnaut e transformou-se na grande causa da sua vida. Mas transformou também o nosso viver colectivo e deu outro sentido e outro conteúdo à Democracia Portuguesa.


Devemos a António Arnaut, sem esquecer o saudoso Professor Mário Mendes, o maior símbolo social do 25 de Abril. Devemos-lhe a medida mais socialista até hoje tomada pelo Partido de que ele foi um dos principais fundadores. Devemos-lhe o facto de, com a criação do SNS, se ter dado corpo a um direito humano fundamental, como tal consagrado na Constituição.


Mas o SNS não é só uma bandeira dos socialistas. É uma causa de todos aqueles para quem os direitos sociais são inseparáveis dos direitos políticos. Uma causa para todos os que têm uma visão humanista e solidária da sociedade e da vida. Não foi por acaso que o Professor Manuel Antunes, que nunca foi socialista mas é um distintíssimo profissional de saúde, escreveu: “Temos um sistema nacional de saúde de cuja filosofia e princípios muito nos podemos orgulhar”.


E por isso, como alerta António Arnaut, esses princípios não podem ser pervertidos. Nem com o recurso a um sistema convencionado, nem com um sistema de seguros–saúde, nem com um sistema de co–pagamento, nem com as parcerias público/privadas ou outros tantos esquemas que não têm senão um objectivo: distorcer o modelo constitucional, abrir o caminho à privatização. Não é aceitável que, a pretexto da sustentabilidade, se procure constantemente arranjar subterfúgios para descapitalizar o SNS em favor do sector privado. Se há dinheiro para sustentar bancos falidos também tem que haver para garantir um serviço público indispensável ao povo português.


O neo-liberalismo conduziu ao endeusamento do mercado e à diabolização do Estado, mesmo quando os níveis de satisfação desceram, o desemprego aumentou e os custos dispararam. A submissão dos serviços públicos às regras da concorrência, defendidas pelos neo-liberais, priva o Estado de intervir em áreas essenciais para a satisfação das necessidades básicas da população e distorce a avaliação dos serviços. Os serviços públicos não podem ser tratados como se fossem uma qualquer mercadoria.

Por mais absurdo que pareça, a direita parte para as próximas eleições com a bandeira da ideologia que está na origem da crise mundial. O que está em causa é o consenso constitucional, aprovado por larga maioria, incluindo o PSD, sobre os direitos sociais, nomeadamente o direito à protecção da saúde. Não há no programa do PSD uma única referência ao SNS. Ora o SNS é um imperativo patriótico, democrático e humanista. O Estado não pode ser privatizado nem demitir-se da responsabilidade de garantir a universalidade do direito à saúde.


Como disse a Dr.ª Ana Jorge, a quem cumprimento pela forma como tem defendido o sistema público, “…O SNS é a diferença entre o PS e o PSD”. E é fundamentalmente isso o que está em jogo nas próximas eleições legislativas.


Trinta anos depois, o livro de António Arnaut, mais do que uma evocação, é um acto de resistência e também um alerta e um apelo. Por isso junto fraternalmente a minha voz à sua voz para dizer que a defesa do SNS é uma obrigação moral de todos os socialistas, de todos os que perfilham valores humanistas e de todos os que se reconhecem nos direitos sociais consagrados na Constituição da República.


Agradeço publicamente a António Arnaut a Lei mais justa e mais solidária da nossa democracia e, sem dúvida, aquela que melhor concretizou os ideais de justiça e igualdade do 25 de Abril.


Manuel Alegre

09.09.2009 in www.manuelalegre.com

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 16:18
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JORGE DE SENA

“Que mundo este. Morre a Princesa do Traseiro-ao-Léu.

Bacoreca Sinfrásia de Aldipopes. Morre o tribilinto asfásico

dourada pluma de popotássicos futebóis tintáceos.

Ascende no ar um cheiro a Presidente. E a Imprensa

Cai em delíquio de pernoca e bunda…”


Assim escreveu Jorge de Sena na sua “Homenagem a Tristan Tzara”, revoltado com o silêncio à volta da morte do poeta romeno. Assim se poderia escrever perante a trasladação quase clandestina do autor de Sinais de Fogo. Devia ter sido notícia de primeira página e de abertura dos telejornais. Não foi. À noite, vi apenas uma nota de rodapé. Daqui a muitos anos terá sido esquecido o que entre nós nesse dia se passou. Mas saber-se-á com certeza que o dia 11 de Setembro de 2009 foi o dia em que ficou finalmente sepultado em Portugal o poeta Jorge de Sena, aquele que resumiu num só verso a amargura do exílio: Eu sou eu mesmo a minha Pátria. Ficou nos Prazeres. Mas o seu lugar é no Panteão Nacional.

 

Manuel Alegre,

11.09.2009

in  www.manuelalegre.com

publicado por Manuel M. Oliveira às 16:04
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Domingo, 13 de Setembro de 2009

QUE CAMPANHA ENTUSIASMANTE!

 

in Expresso - 2009/09/05

 

 

 

José Sócrates vai ganhar as eleições porque não há, apesar de tudo, alternativa melhor - sendo que, como ele disse acertadamente, a escolha é entre ele e Ferreira Leite.

 

E vocês já atentaram bem na doutora Manuela Ferreira Leite? Excelente pessoa, sem dúvida séria e bem intencionada. Ponto final. Não há nada ali que se possa aproveitar politicamente: uma ideia, um projecto, um pensamento novo, uma estratégia alternativa para o país. Nada: é uma cabeça oca. Olhem para o 'programa' que a tanto custo finalmente apresentou. Cinco áreas prioritárias: educação, justiça, segurança, solidariedade, economia. Bem observou Marcelo que este genial programa pode servir não só para estas legislativas como também para as que se seguirão inevitavelmente dois anos depois, segundo a sua previsão. Eu diria mesmo mais: servirão para toda e qualquer eleição nos séculos mais próximos.

 

Nas poucas coisas onde ela decidiu concretizar um mínimo as suas intenções de governação, o resultado é desastroso. Percebe-se que quer liquidar o Serviço Nacional de Saúde, uma das poucas realizações públicas que têm melhorado com o tempo e que funcionam aceitavelmente. Quer apoiar e apostar nas PME, ideia roubada a Paulo Portas. E supunha-se que queria parar com os grandes investimentos públicos com que José Sócrates se propõe combater o desemprego e endividar-nos por gerações. Mas, afinal, não: ela quer apenas suspender, reanalisar, ponderar, etc. - mas não em função de opções estratégicas de desenvolvimento do país e sim em função das disponibilidades de tesouraria. Ou seja: à primeira pressão da clientela das obras públicas, a drª Ferreira Leite pararia logo de ponderar e analisar.

 

Pior ainda é a história dos professores. Recordo que antes de ser eleita presidente do PSD, Ferreira Leite declarou-se a favor do sistema de avaliação defendido pelo Governo de Sócrates. Eleita e candidata a primeiro-ministro, as necessidades eleitorais levaram-na a inflectir a posição. Agora, a candidata resolveu habitar num limbo: não é a favor nem contra, é pela "suspensão" do processo. Admire-se a coragem política desta proposta. Ela já não se atreve a achar que os professores devam ser avaliados e progredir por mérito, mas também não se atreve a desdizer-se ao ponto de desistir da avaliação. O que fazer, então? Suspender, meter a cabeça na areia e fugir ao problema. Aliás, para quê a pressa de resolver o assunto?

 

Isto é o programa dela. Igual ou pior é o resto. Se Sócrates irrita muitas vezes pela arrogância, Ferreira Leite irrita outras tantas por aquela pose de superioridade moral, de 'senhora da verdade', que para aí ostenta em cartazes, declarações e acções de campanha. Dá ideia de que acredita que o seu currículo é suficiente para que os portugueses lhe entreguem o poder sem mais: sem programa, sem ideias, sem ter de sujar as mãos a bater-se pelos votos. Mas se há coisa que lhe falha, além de ideias, é currículo: já exerceu várias funções de governação e em nenhuma se distinguiu particularmente, a começar pela governação das finanças públicas no governo de opereta de Durão Barroso. Se a isso acrescentarmos as constantes contradições entre o que diz e o que faz e o que diz e rediz, além das extraordinárias confissões que às vezes, inadvertidamente, lhe saem assim pela boca fora, fica difícil de perceber como é que os gurus eleitorais do PSD imaginam poder levar a senhora à vitória, daqui por três semanas.

 

P.S. - E as coisas estavam neste pé, quando os administradores da Prisa resolveram dar uma ajuda à campanha do PSD, suspendendo ou eliminando o 'Jornal de Sexta', da TVI. Dificilmente seria concebível pior serviço prestado a José Sócrates, como por aí vai dizer-se. Aliás, o acto em si e o seu judicioso timing são de tal forma absurdos, que até já ouvi a versão de que é a Prisa a vingar-se de Zapatero, via Sócrates. Mas já teremos chegado a esse ponto de união ibérica?

 

 

 

publicado por Manuel M. Oliveira às 17:52
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Sábado, 12 de Setembro de 2009

TAMBÉM APOIAMOS O SIMPLEX, DE LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE. PORTANTO, DE NADA, PÁ.

OBRIGADINHO, PÁ.

O difícil nestes projectos é arrancar. Há que ter a Ideia certa, desenvolver um conceito agregador, construir um grupo consistente - convidar mais este ou aquela -, debater o nome do projecto, o layout, a plataforma de apoio, o texto inicial. Estas tarefas são acompanhadas pela troca de centenas de e-mails entre membros do projecto, situação agravada pelo facto de estarmos perante um grupo com uma apreciação bastante plural da Democracia, o que significa votar, votar e votar todas as decisões.

Passado esse primeiro Bojador, lançámo-nos à luta e apresentámo-nos. Decidimos não esperar por ninguém. Alguns já sabiam dos nossos intuitos, outros estranhavam ainda não existirmos, muitos esperavam que aparecêssemos.

Mesmo assim, e com a concorrência desleal da aterragem lunar de Neil Amstrong e de «Buzz» Aldrin, conseguimos superar as nossas melhores expectativas, e ter um primeiro dia fantástico. Milhares de visitas, um texto-manifesto muito apreciado e um contributo de elevada qualidade por parte dos nossos autores.

Entretanto, foram já alguns milhares as visitas que recebemos e algumas dezenas as referências de que fomos alvo, um pouco por toda a blogosfera portuguesa, da esquerda à direita, passando pelos não-alinhados. A todos queremos deixar a nota do nosso apreço e, mesmo sabendo que nos esqueceremos de alguns, necessariamente, não queríamos deixar de demonstrar o nosso apreço por todos aqueles que por nós opinaram (aplaudindo, escarrando ou promovendo):

2 dedos de prosa e poesia, 31 da Armada, 5 dias, Absorto, Agua Lisa, Anti-tretas, Avatares de um desejo, Barbearia do senhor Luís, Cachimbo de Magrite, Câmara Corporativa, Câmara dos Comuns, Câmara dos Lordes, Colheita 63, Da Literatura, Defender o quadrado, Espumadamente, Fim de semana alucinante, Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos, Jugular, Les Cannards Libertaires, Loja de Ideias, Machina Speculatrix, Memória Virtual, O Afilhado, O Jumento, O voo das palavras, Os tempos que correm, País Relativo, Portugal dos Pequeninos, Respirar o mesmo ar, Terra dos Espantos, Tomar Partido, Vasco Campilho, Womenage a trois.

Aqui vamos continuar até dia 27 de Setembro, esperando estar a receber nessa data, pelas 11 da noite, os parabéns democráticos dos nossos opositores políticos, desejando o melhor para o próximo governo PS.

 

in blog SIMPLEX

Por José Reis Santos | Terça-feira, 21 Julho , 2009, 15:50

publicado por Manuel M. Oliveira às 05:59
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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

NÓS TAMBÉM SOMOS DA ESQUERDA QUE LHES DÁ LUTA. Votamos PS. Por extenso.

Nós somos da esquerda que dá luta aos que querem acabar com o Serviço Nacional de Saúde,

Nós somos da esquerda que dá luta aos que estão contra o Estado Social,

Nós somos da esquerda que dá luta aos  donos da “verdade”,

Nós somos da esquerda que dá luta aos  mitos do passado,

Nós somos da esquerda que dá luta aos que não têm cultura democrática,

Nós somos da esquerda que dá luta aos  que apostam na negatividade,

Nós somos da esquerda que dá luta aos que querem rasgar, suspender,

e nós também não queremos o regresso da tanga.

 

Nós somos da esquerda que defende  a inovação, a sustentabilidade energética,

Nós somos da esquerda que defende serviços públicos de qualidade para todos,

Nós somos da esquerda que reconhece os direitos das minorias,

Nós somos da esquerda que quer acabar com as desigualdades sociais,

Nós somos da esquerda que defende coerentemente os que têm de ser defendidos,

Nós somos da esquerda motor do progresso, defensora da liberdade,

Nós somos da esquerda que dá confiança  e esperança aos portugueses,

Nós somos da esquerda que luta por um País melhor, mais justo e solidário,

Nós somos da esquerda que faz PORTUGAL AVANÇAR.

e nós também queremos o camarada JOSÉ SÓCRATES como Primeiro-Ministro.

 

E, porque as batalhas são travadas até ao fim e enquanto não terminarem nada está perdido nem nada está ganho, combatamos, mobilizemos.

 

Porque nós também somos da esquerda que vai à luta e sabemos o que está em jogo nestas eleições, dia 27.Setembro  votamos PS. Por extenso.

 

 

Manuel Oliveira

Membro da Comissão Nacional do Partido Socialista

Membro da Corrente de Opinião Esquerda Socialista

publicado por Manuel M. Oliveira às 12:45
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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

CONFRARIA DA CONDUTA

 

 

"Parabéns à Confraria da Conduta pela iniciativa!

 

Major Calisto, acabou a sua era!

 

Não deixem de visitar: http://www.confrariadaconduta.com/"
 

 

Texto enviado por Joaquim Serrano,  via e-mail.

publicado por Manuel M. Oliveira às 14:40
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