Noite alta, cinco da manhã, Chopin enche de sons a sala, E múltiplas emoções se desnudam, Tornando visível o que estava oculto. Imóvel, comovida, em êxtase e silêncio, Deixo elevar-se arrebatado, o coração. À memória vêm lembranças jamais esquecidas, E as feridas prestes a rebentar como que cicatrizam. Paira uma sensação de encanto e nostalgia E, suavemente, quase se sente Margarida Martins da Rocha
A mão de Deus pousar.
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