O presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) defendeu hoje o fim do sigilo bancário e fiscal, alegando que estes protegem «privilégios de grupo» e impedem uma investigação criminal «fiável».
«Os sigilos bancário e fiscal defendem normalmente privilégios de grupo; não haverá, por isso, investigação criminal fiável e consequente dos crimes de colarinho branco sem o acesso da administração legitimada à vida bancária dos cidadãos», disse Noronha do Nascimento, na cerimónia de abertura do Ano Judicial, no STJ, em Lisboa.
in Diário Digital/Lusa
27/01/2009
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