Toda e qualquer grande reforma tem custos. Quando se trata de modernizar, tornar mais eficaz e, sobretudo, digno um sistema como o de saúde, esses custos ganham uma visibilidade sem par. É o que está a acontecer com as sucessivas polémicas em redor do fecho de urgências, maternidades, SAP e emergências. A comissão que estudou a reorganização dos serviços e o Ministério da Saúde, que está a implementar as mudanças, cometeram vários erros. Não levaram em linha de conta a logística local dos cuidados de saúde, tão importantes nos equilíbrios regionais das populações, e ignoraram a segurança, muitas vezes meramente psicológica, de ter um médico ao pé, ainda que sirva apenas para reencaminhar ou ouvir. Bastava ter acautelado um serviço intermédio, durante a transição, que amortecesse o choque da mudança. E todos estariam a aplaudir uma reforma urgente, essencial e que só peca por chegar tão tarde.
Filomena Martins
in “Global Notícias”
de 29/01/2008
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