
«Sócrates é fixe!», esta foi a frase que mais se ouviu no maior comício de sempre do PS. Milhares de apoiantes e militantes foram até à Praça D. João I para apoiar o candidato a Primeiro-Ministro, José Sócrates, mas também o fundador do PS, Mário Soares.
Depois de aparecer de surpresa no almoço de Matosinhos, Soares discursou no comício do Porto e gritou «Sócrates é fixe!».
Num dia praticamente dedicado ao contacto com a população (Arouca, Gondomar e depois Vila Nova de Gaia), o comício no Porto foi o ponto alto.
A Praça D. João I tornou-se pequena demais para todos aqueles que queriam apoiar o PS.
Num discurso forte centrado na necessidade de combater uma crise mundial que afectou Portugal, o «histórico» socialista Mário Soares dirigiu-se a Manuela Ferreira Leite e disse que «quando uma economista confunde a crise de 2003 com a crise actual, que é mundial, ou é fanática ou é irresponsável».
Como não podia deixar de ser, Mário Soares criticou ainda o PSD pelas acusações de «asfixia democrática» que tantas vezes têm sido referidas. «Querem dar-nos lições de democracia. Em nome do passado do PS, eu devo dizer, caros amigos, que a nós, socialistas portugueses, ninguém nos dá lição de democracia e de liberdade», afirmou.
No final do discurso e depois de ouvir dos portuenses «Soares é fixe!», o fundador do PS, fez questão de dizer o mesmo do secretário-geral do PS gritando «Sócrates é fixe!».
Depois de Soares, o Secretário-geral do PS tomou da palavra e dedicou quase todo o seu discurso a tentar provar que o voto no PS em 2005 «valeu a pena».
«Quero dizer a todos os portugueses que nos deram em 2005 o seu voto que o seu voto valeu a pena. Foi com o seu voto e com a governação do PS que pusemos as contas públicas
Rita Afonso
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